sexta-feira, 28 de junho de 2013

Executivo da Azul pretende criar 'nova Varig'

Governo e dono da Azul (David Neeleman) querem comprar aéreas TAP e JetBlue
A TAP é a empresa europeia com mais voos para a África, continente considerado estratégico para o Brasil. Também agrada ao governo brasileiro o fato de a TAP ter uma presença descentralizada dentro do Brasil, com voos para nove cidades, de Porto Alegre a Fortaleza.
Já a JetBlue tem ampliado sua presença na América Central e, em novembro, avança mais ao sul, com a inauguração de um voo de Fort Lauderdale, na Flórida, para Lima, no Peru.
Dentro desse plano, a Azul poderia levar passageiros de diversas cidades do Brasil para um ponto na América Central, como em Porto Rico, e dali fazer conexão com os voos da JetBlue para os EUA.
David Neeleman não está só na disputa pela TAP. O grupo Synergy -dono da Avianca e único que fez proposta para comprar a companhia no ano passado, mas que acabou rejeitada pelo governo português na última hora- também tem interesse.
"Quando o governo português decidir abrir a concorrência novamente, nós vamos olhar", afirmou José Efromovich, presidente da Avianca Brasil.




RISCO
O grande risco do plano de Neeleman é que a operação afete a abertura de capital da Azul nas Bolsas de Nova York e São Paulo. A operação estava prevista para julho, mas foi adiada.
Embora a Azul não faça parte do fundo que faria ofertas pela TAP e pela JetBlue, Neeleman é o seu principal acionista.
"Adiamos a abertura de capital por causa do câmbio e da realidade do mercado. A Azul está crescendo bastante e tem potencial para valer mais do que a JetBlue", afirmou Neeleman.
A compra da JetBlue é um sonho antigo de Neeleman, que nunca digeriu o fato de ter sido demitido do comando da empresa que criou.
Ele perdeu o cargo após divergências com o conselho de administração sobre como lidar com os efeitos de uma forte tempestade que paralisou as operações da companhia, em 2007.

Azul Linhas Aéreas estuda comprar aeronaves de grande porte da Boeing e AirBus


A Azul já estuda a aquisição de aviões de grande porte, de fabricantes como Boeing e Airbus, afirmou o diretor de marketing da Azul, Gianfranco Beting.

"No médio prazo, dentro de cinco anos, isso é possível. Tanto para voos internacionais como para atender grandes capitais no Brasil", disse Beting. Segundo o diretor da Azul, a eventual entrada da companhia no aeroporto de Congonhas não seria determinante para a aquisição de aviões maiores, mas pode acelerar esse processo.

Atualmente, a empresa voa com jatos da Embraer, de até 120 assentos, e também com aviões turboélice menores, do fabricante ATR.

EMBRAER 195



ATR 72-600


Beting afirmou que se a companhia receber o direito de realizar pelo menos quatro pousos ou decolagens por hora, os aviões da Embraer são suficientes para que a Azul "ganhe dinheiro" mantendo o preço das passagens competitivo. Beting defendeu a redistribuição de slots (direitos de pouso e decolagem em horário determinado) em Congonhas, mas apenas daqueles que estão subutilizados pelas companhias que hoje operam no aeroporto.

"A gente repudia a retirada de slots de quem tem e está usando. Isso é um direito inalienável", disse. "Mas os slots de gaveta, que a gente sabe que as companhias não usam é que devem ser redistribuídos".

O governo está elaborando novas regras para a distribuição de slots e pretende com isso abrir espaço para a entrada da Azul.
Olá, Boa Noite!
Tenho informações sobre a Sol Linhas Aéreas...
Empresa aérea regional de transporte de passageiros e cargas fundada em 2008 pelo empresário Marcos Solano Vale, com o primeiro voo ocorrido no dia 12 de outubro de 2009.
Atualmente suas atividades estão paralisadas.
Seu objetivo inicial era ampliar a malha para outros destinos num raio de 500 quilômetros da base, de modo a atender municípios do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul e ainda o Paraguai.
Em dezembro de 2010 a Sol Linhas Aéreas suspendeu suas operações, após 10 milhões de reais em investimentos. A companhia, que iniciou suas atividades ligando as cidades de Cascavel, Curitiba, Foz do Iguaçu e Maringá, retomou suas atividades no dia 28 de março de 2011, fazendo a rota Umuarama-Curitiba, com voos de segunda à sexta, e em 15 de agosto de 2011 adicionou a cidade de Toledo como um de seus destinos.
Porém, em 3 de outubro de 2011 a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) suspendeu temporariamente as operações da companhia, pela impossibilidade da única aeronave da empresa sofrer manutenções, pois o aeroporto de Cascavel, onde se encontra a estrutura operacional da Sol, encontrar-se fechado para ampliações. Em novembro do mesmo ano a empresa recebeu novamente autorização para voar, porém divulgou nota afirmando que retomaria as atividades apenas em abril de 2012, o que não aconteceu.

Recentemente, enviei um e-mail a empresa, querendo saber sobre o retorno das atividades regulares da empresa. No site da mesma, tem uma nota oficial de retorno dizendo que as atividades iriam voltar ao normal em um ano a partir da data de 10 de maio de 2012... No caso, no dia 10 de maio de 2013 o prazo venceu, ou seja, a empresa não cumpriu essa "nota oficial". No e-mail, me responderam que a Sol não tem um prazo para voltar a operar, isto é, talvez nem volte a operar...Mais uma empresa aérea falida em nosso país...

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Mensagem de boas-vindas

Sejam Bem-Vindos...
Esse será o mais recente Blog da Aviação Brasileira...
Aqui você verá todo tipo de comentário, notícias, e principalmente, queremos comentar e que cada um tenha o direito de opinar em tudo...espero que gostem... Eu nunca tive um blog, resolvi criar esse aqui pois senti uma falta de um blog que tivesse comentários da nossa aviação brasileira...
Divulguem o blog, vocês vão gostar!